quarta-feira, 29 de março de 2017

2 de abril - Dia Mundial de Conscientização do Autismo



Dia Mundial do Autismo, celebrado anualmente em 2 de abril, foi criado pela Organização das Nações Unidas em 18 de dezembro de 2007 para a conscientização acerca dessa questão. No primeiro evento, em 2 de abril de 2008, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, elogiou a iniciativa do Catar e da família real do país, um dos maiores incentivadores para a proposta de criação do dia, pelos esforços de chamar a atenção sobre o autismo.

No evento de 2010, a ONU declarou que, segundo especialistas, acredita-se que o transtorno atinja cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo, afetando a maneira como esses indivíduos se comunicam e interagem.

Em 2011, o Brasil teve o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, iluminado de azul nos dias 1 e 2 de abril, além da Ponte Estaiada em São Paulo, os prédios do Senado Federal e do Ministério da Saúde em Brasília, o Teatro Amazonas em Manaus, a torre da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, entre muitos outros. Em Portugal, monumentos e prédios, como a Torre dos Clérigos e a estátua do Cristo Rei em frente a Lisboa também foram iluminados de azul para a data.

sexta-feira, 24 de março de 2017

SIPOL BAURU participa de reunião com o DIRETOR DO DEINTER IV e PREFEITO MUNICIPAL.

Dr. Luiz Henrique Casarini, Dr. Ricardo Martinez - Delegado Seccional de Polícia de Bauru, Presidente Silvana Capelim Zago, Prefeito Clodoaldo Gazetta, Dr. Marcos Mourão - Diretor do DEINTER IV, Vice Prefeito Toninho Gimenez, Dra. Cláudia Garms, Dr. Luiz Bertozzo e Dr. Roberto Cabral Medeiros.

Estivemos hoje na sede do Deinter IV participando de uma visita do Exmo Prefeito Municipal Clodoaldo Gazetta e de seu Vice Toninho Gimenez. Essa visita foi muito produtiva e motivadora, uma vez que falamos sobre a extensão dos benefícios da Atividade Delegada aos Policiais Civis, onde o Prefeito reafirmou sua intensão em fazer esse convênio para melhor atender a população de Bauru e ampliar o Policiamento Preventivo Especializado.

O SIPOL BAURU agradeceu ao Prefeito este passo que vem a comprovar a seriedade de seu trabalho e seu comprometimento com as promessas feitas durante sua campanha eleitoral. Pessoas sérias, simples e comprometidas com o bem estar da população bauruense.

"JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!"

E mais esta agora! (novo título do artigo)

Visando sempre respeitar nossos leitores achamos por bem mudar o título do presente artigo. Ninguém é obrigado a se deparar com grosserias quando visita o site de uma Entidade de Classe.

Situações como as aqui retratadas só ocorrem na MONARQUIA BANDEIRANTE!




Antes de mais nada deixo muito bem claro o respeito e admiração que tenho com a Polícia Militar do Estado de São Paulo. A matéria aqui tratada evidencia a visão completamente míope do sistema de segurança pública que o Estado de São Paulo dispensa ao cidadão. 

E não é apenas o SIPOL BAURU que acha isso, hoje mais uma vez a REDE GLOBO DE TELEVISÃO tratou da matéria com brilhantismo no telejornal BOM DIA BRASIL 

site BOM DIA BRASIL
(acesse o link para assistir a reportagem na íntegra)


Hoje no estado de São Paulo nós temos exatos 1196 Policiais Militares empregados como vigilantes patrimoniais nas mais diversas esferas do governo como o quadro acima evidencia e pormenoriza. Gostaria de saber qual a finalidade dos ÓRGÃOS DE ASSESSORIA? DA CASA MILITAR DO GABINETE DO GOVERNADOR?

Se isso não fosse o bastante, o D.O. de hoje aponta que a CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO terá um corpo de segurança formado por Policiais Militares. E a GUARDA CIVIL MUNICIPAL DA CAPITAL? Vale lembrar que o salário deles é bem maior que o nosso, isso sem falar nos benefícios da carreira como Vale Alimentação, Hora Extra...

Empresas de valores e empresas de transportes que movimentam MILHÕES DE REAIS diariamente utilizam a vigilância privada, por que este preciosismo de retirar da atividade fim Policiais muito bem treinados, mais treinados até que os Policiais Civis e posso servir como exemplo, pois após 26 anos de trabalho na carreira de Investigador de Polícia ainda não fui habilitado para operar com as submetralhadoras e carabinas .40.

No período que vivemos a palavra de ordem é contingenciamento, ou a crise mundial e a queda de arrecadação só atinge a POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO? Digo isso sem me imiscuir em outro assunto, pois todos estes 1.196 Policiais Militares fazem jus ao "pró labore" que, smj, beira R$ 1.000,00 mensais e é incorporado aos vencimentos em 10 anos no ordem de 10% ao ano. Assim dizer que isso seria uma economia para o Governo foge ao bom senso.

Aproveito o momento para informar que chegou ao nosso conhecimento que as promoções de inúmeros Polícias Civis por tempo de serviço (não confundir com a promoção por antiguidade) estão na mesa do governador desde 29/09/2016 para serem assinadas e o devido decreto publicado. Com esta atitude desidiosa estes Policiais sofrem outros prejuízos além do salário. Mas isso é outro assunto que terá a devida atenção em outro momento. 

Servidor Público é para servir e não ser servido! O Estado não é de vocês, ele é nosso! Os atuais gestores são meros síndicos, assim devem atender todos dentro dos princípios do Direito Administrativo dos quais eu destaco a MORALIDADE e IMPESSOALIDADE!

"JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!"

quinta-feira, 23 de março de 2017

E os pedidos de Aposentadoria não param! O número é maior do que prevíamos! Mas será que é maior do que o patrão esperava?


Não tenho como agradecer o excelente trabalho realizado pelos aprovados no Concurso de 2013. O presente artigo não teria o embasamento necessário sem o trabalho do futuro INVESTIGADOR DE POLÍCIA Rocha Rrk. 

Abaixo temos um quadro o qual demonstra quantos pedidos de aposentadoria aportaram na SPPREV e em breve serão publicados no Diário Oficial.

Isso mesmo, foram protocolados 908 pedidos de aposentadoria levando em consideração apenas estas três carreiras. Na solicitação do futuro colega de profissão não foram requeridas informações sobre as 13 demais carreiras, assim o panorama é muito pior do que aqui retratado.

Agora nos resta mais uma dúvida, até quando suportaremos? Cada dígito deste significa que ficou uma lacuna em determinada Unidade Policial a qual será suprida por colegas que não tem mais como prestar um serviço de qualidade para a população.

Os dirigentes políticos de nossa Instituição, vale frisar que não me referi aos dirigentes administrativos, que como Policiais Civis de carreira se limitam a escolher "quem irá sobreviver", se investiram de um discurso sobre crise e arrecadação como se tudo parasse esperando os números mais favoráveis. 

Estes senhores nunca sentiram o cheiro de um ladrão, não sabem o que é um plantão de 12 horas (ou mais), nunca sentiram fome ou frio nos seus gabinetes com ar condicionado, não sabem que as vitimas nos procuraram por não terem mais ninguém para auxiliá-las.

Agora, apesar de muito grave, não vamos nos referir as expectativas daqueles que já aguardam sua nomeação a quase 4 anos, As mágoas e frustrações que os mesmos tarão consigo.

Vamos falar na formação destes novos Policiais. Será que a ACADEMIA DE POLÍCIA vai prepará-los da forma necessária para nossa GUERRA URBANA? Algumas horas aula são o suficiente para tirar todas as dúvidas do curso de formação? Quando ele "trepar na BARCA" com sua "pistolinha" ele vai dizer para o marginal "pegar leve" pois ele acabou de sair da academia? Como ele deve agir com o bêbado? Como ele deve agir com o louco? Quando ele deve agir e quando deve pedir apoio? Mas, apoio para quem se ele é o único Policial Civil do município? 

Com o verdadeiro êxodo de Policiais experientes, que até poderiam permanecer nas fileiras, ocorre a ruptura desta cadeia que por mais de cem anos foi utilizada pela POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO.

"JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!"



quarta-feira, 22 de março de 2017

Comunicado UPB de 22.03.17



"JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!"

Princípio da Simetria Constitucional!



Mais uma vez o governo lança mão de artifícios visando "dividir para conquistar". As manifestações populares sem qualquer sombra de dúvidas evidenciaram a repulsa popular contra a odiosa REFORMA DA PREVIDÊNCIA (PEC 287) a qual sem sombra de dúvidas e sem nenhuma espécie de exagero nos remete ao período da escravatura em que os escravos que atingiam 60 anos de idade teriam sua tão sonhada alforria, tornando-se homens livres, mas um parcela inexpressiva de homens e mulheres conseguiam tal benefício por conta de sua baixa expectativa de vida.

Hoje nos deparamos com o Sr. Michel Temer valendo-se de pompa e circunstância que lhe são peculiares adentrar em nossas residências com a "BOA NOVA". Estão fora da PEC 287 os servidores públicos estaduais e municipais.

Professor Michel Temer, o Sr. escreve obras de DIREITO CONSTITUCIONAL e se esquece que citar o PRINCÍPIO DA SIMETRIA CONSTITUCIONAL DO ORDENAMENTO JURÍDICO PÁTRIO!? Oras, o Sr. se esqueceu que traçando um norte a independência legislativa dos estados e municípios se veem seriamente comprometidas!? O Sr. acredita mesmo que iremos esmorecer e arrefecer nossa União!?

Só para consignar  o Presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), leu na sessão desta terça-feira (21) o requerimento do senador Paulo Paim (PT-RS) que pede a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar eventuais desvios na Previdência Social.

Nós continuaremos mobilizados e não vamos admitir este retrocesso que fulminará a tão sofrida sociedade brasileira

"JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!"


Deputado João Campos - 21.03.17

Nosso representante na famigerada PEC 287, o DELEGADO DE POLÍCIA DR. JOÃO CAMPOS, Deputado Federal por Goiás, se posiciona acerca do pronunciamento de MICHEL TEMER sobre a exclusão dos servidores públicos estaduais e municiais da Reforma da Previdência.

Não deixem de ver o vídeo abaixo. Permaneçam mobilizados.






"JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!"

quinta-feira, 16 de março de 2017

15/03/2017 - Policiais se unem contra a Reforma Previdenciária

Policiais Civis de todas as carreiras atenderam na manhã desta quarta, 15, ao chamado da União dos Policiais do Brasil, a UPB. Eles se reuniram em frente à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e denunciaram os despropósitos da reforma da previdência proposta pela gestão de Michel Temer que, entre outras arbitrariedades, vincula as carreiras de Segurança Pública aos servidores públicos comuns.

Organizando o evento

A mobilização aconteceu em caráter nacional e movimentou dezenas de entidades de classe de todo o país. Policiais civis de todas as carreiras, policiais federais e agentes penitenciários foram algumas das carreiras que, unidas, se posicionaram contra a reforma. A logística do evento foi definida de estado em estado e acompanhou atos em 19 estados, além do Distrito Federal.
Em São Paulo, as entidades organizaram seus manifestos em conjunto, apesar da ciência da dificuldade de locomoção, uma vez que já havia se anunciado a paralisação do transporte público na capital e dos principais acessos rodoviários da cidade.


A união de tantas carreiras também foi algo que chamou a atenção de todos. A adesão e o contato entre as entidades, para Márcio Pino, presidente do SINPOLSAN de Santos, é um divisor de águas para a luta classista das carreiras ali representadas. Pino destacou que o encontro é certamente o começo de um novo ciclo de mobilizações envolvendo todos os representantes ali presentes.
ADPESP reúne Deputados Estaduais ao manifesto

O ato foi aberto oficialmente pelo presidente da Assembleia, Fernando Capez, que, convidado pela presidente da ADPESP, Marilda Pansonato Pinheiro, se juntou aos presentes para manifestar seu apoio à pauta da mobilização. Capez destacou a atuação firme da presidente da Associação na Casa como representante de classe. Sobre a reforma previdenciária, ele disse que a adequação proposta para as carreiras de Segurança Pública é praticamente inconstitucional, incompatível com a natureza das funções exercidas por elas. Ele ainda se comprometeu a elaborar, junto aos demais parlamentares da Casa, uma moção de apoio aos policiais, que deverá ser encaminhada ao Congresso Nacional.

Em seguida, Capez passou a palavra para Edegar Pretto, presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, que está em São Paulo junto a uma comitiva de outros deputados gaúchos para tratar de questões econômicas relativa aos estados da União. Pretto agradeceu a oportunidade de falar aos policiais presentes e os saudou dizendo que os policiais gaúchos também estavam se mobilizando contra a reforma. Ele ainda destacou a legitimidade da manifestação e sua posição contrária à reforma, que considera ser injusta antes de tudo. 


O Deputado Delegado Olim falou em seguida e reiterou seu compromisso como parlamentar e como policial civil. Olim também falou sobre as dificuldades do cotidiano policial e sobre a importância de uma participação mais frequente das carreiras da Polícia Civil junto ao Poder Legislativo.

Chico Sardelli se posicionou firmemente contra a reforma e saudou a presença de todos.

O Deputado Carlos Giannazi, o último dos parlamentares a fazer uso da palavra, destacou que a reforma é um desmonte dos direitos do trabalhador e discursou sobre as falácias apresentadas pelo Executivo Federal para defendê-la. Giannazi ainda lembrou a todos sobre a Greve de 2008, a comparando com a mobilização do dia e lamentando a postura do Governo Estadual da época, que virou o Choque da Polícia Militar contra os grevistas. Ele ainda se voltou à presidente da Associação, a quem lembrou pela relevante participação nos protestos daquele ano.

As lideranças falam

Em seguida, as lideranças classistas presentes iniciaram suas falas e destacaram suas posições a respeito da pauta. Foi o caso de Edson Garutti, diretor regional da Associação dos Delegados da Polícia Federal, que destacou a questão técnica que orbita as ilegalidades da reforma.
Os demais líderes clamaram aos presentes sobre a importância de manter o movimento vivo e que é preciso levar à população o fato de que a pauta diz respeito não só aos profissionais de Segurança Público, mas a todos os cidadãos.



Em entrevista, Fábio Morrone, presidente do SIPOL de Prudente, falou sobre a presença de colegas do interior e sobre a união dos presentes. Já Silvana Zago, vice-presidente do SIPOL Bauru, falou sobre o envelhecimento da Polícia Civil e sobre os prejuízos causados à sociedade. “Se continuarmos nesse caminho, teremos colegas policiais morrendo sentados junto ao cargo”, desabafou Zago.

Trabalho de argumentação

Ao final do evento, a presidente Marilda Pansonato Pinheiro voltou a se reunir com os deputados para assegurar a moção de apoio mencionada por Fernando Capez. Ela ainda deu prosseguimento à agenda política e, em fala, ressaltou que o evento é fruto de um trabalho árduo e pontual. 



A presidente lamentou que colegas do interior não conseguiram se unir ao evento em função das travas nas rodovias. “Infelizmente, muitos colegas não conseguiram se unir a nós e terminaram com os ônibus travados nas estradas”, disse. Ela ainda voltou a criticar a reforma da previdência, que chamou de insensível e calamitosa. “Nós somos uma das únicas carreiras que fazem juramento de vida. É absurdo que nos tirem uma aposentadoria justa após anos dedicados à segurança do cidadão e do estado”, concluiu.

fonte: http://www.adpesp.org.br/noticias-exibir?not=3543

domingo, 12 de março de 2017

Não à PEC 287!


"JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!"

Excelente posicionamento do CONASP!

"JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!"

quinta-feira, 9 de março de 2017

FALÊNCIA MÚLTIPLA PCSP - Nota das Entidades





Os organizadores do evento Falência Múltipla da Polícia Civil manifestam sua plena gratidão pelo sucesso da mobilização em Bauru, que os honrou com a presença policiais civis de todas as carreiras e de todo estado.

As entidades, reunidas nesta data para avaliação de resultados e implementação do que foi proposto, compreendem que o êxito da mobilização, em que pese o imprevisto, se deu pela ousadia e pela coragem de se apostar em um mesmo ideal.

O trabalho seguirá sempre o caminho da estratégia e do diálogo, ferramentas que já se mostraram eficientes e que nortearão a busca por novas conquistas.

Ainda assim, é preciso dizer que sabemos e iremos respeitar tudo o que foi decidido em conjunto naquele evento. Preservamos o espaço ocupado por outra entidade de classe presente e aguardamos a realização da manifestação proposta pela mesma.