quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Dia 28 de outubro - DIA DO SERVIDOR PÚBLICO.


DIA DO SERVIDOR PÚBLICO


No dia 28 de outubro comemora-se o dia do funcionário público. A data foi instituída no governo do presidente Getúlio Vargas, através da criação do Conselho Federal do Serviço Público Civil, em 1937.

Em 1938 foi fundado o Departamento Administrativo do Serviço Público do Brasil, onde esse tipo de serviço passou a ser mais utilizado.

As leis que regem os direitos e deveres dos funcionários que prestam serviços públicos estão no decreto nº 1.713, de 28 de outubro de 1939, motivo pelo qual é o dia da comemoração desse profissional.

Em 11 de dezembro de 1990, foi publicado o novo Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, a Lei nº8112, alterando várias disposições da antiga lei, porém os direitos e deveres desses servidores estão definidos e estabelecidos na Constituição Federal do Brasil, além dos estatutos das entidades em que trabalham.

Os serviços públicos estão divididos em classes hierárquicas, de acordo com os órgãos dos governos, que podem ser municipais, estaduais ou federais. Os serviços prestados podem ser de várias áreas de atuação, como da justiça, saúde, segurança, etc.

Para ser servidor público é preciso participar de concursos e ser aprovado no mesmo, garantindo assim a vaga enquanto profissional. O bom desse tipo de trabalho é que o servidor tem estabilidade, não pode ser dispensado de suas funções. Somente em casos extremos, em que se comprove a falta de idoneidade de um funcionário público, é que o mesmo é afastado de seu cargo.

Os salários dos funcionários públicos são pagos pelos cofres públicos, dependendo da localidade. Se for municipal, são pagos pelas prefeituras; se estadual, pelos governos estaduais; e se federal, pagos pelos cofres da União.

Os servidores públicos devem ser prestativos e educados, pois trabalham para atender a população civil de uma localidade. É comum vermos pessoas reclamarem dos serviços públicos, da falta de recursos dos mesmos, falta de profissionais para prestar os devidos atendimentos ou até mesmo por estes serem mal educados e ríspidos com a população. É bom enfatizar que esses profissionais lidam com o que é público, ou seja, aquilo que é de todas as pessoas. Portanto, ganham para prestar serviços a toda comunidade.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia

FONTE:
http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-servidor-publico.htm

O mal estar aconteceu agora na Audiência Pública sobre o Ciclo Completo em Pernambuco! Mais uma vez advertimos: "Policial é Policial. Militar é Militar!"

Agora foi a vez de Pernambuco tentar viabilizar o inviável. Cada notícia veiculada sobre esta verdadeira colcha de retalhos denominada CICLO COMPLETO nos deixa mais perplexos e preocupados com o futuro da nossa SEGURANÇA PÚBLICA.

É um verdadeiro absurdo colocar em rota de colisão as forças de segurança dos estados membros para segurar meia dúzia de cadeiras.

Os assuntos são tratados de forma superficial e pontual, e o mais preocupante, apenas pelos gestores de ambas Instituições, os quais acreditam que após saírem vitoriosos nesta primeira demanda o poder da caneta será o suficiente para colocar as coisas em ordem, nada disso senhoras e senhoras, muita água ainda vai passar por este caudaloso rio.

A única assertiva da qual ninguém pode fugir é que passou da hora se seguirmos o mundo inteiro e termos apenas uma Polícia, e o mais importante, de caráter CIVIL, pois POLICIAL É POLICIAL e MILITAR É MILITAR!






Unificação das Polícias


Unificação e ciclo completo de polícia põem em confronto PMs e Polícias Civil e Federal

PEC 431 estende autoridade para lavrar TCO aos policiais militares. Delegados são contrários e apontam inconstitucionalidade na proposta


Publicado em 27/10/2015, às 08h00

Oficiais das PMs de PE, PB e AL e delegados da Polícia Civil divergem em relação à PEC 431. Proposta estende aos militares autoridade para lavrar TCOs. Civis protestam
Foto: Giovanni Costa/Alepe

Em auditório  radicalizado entre as posições dos delegados de polícia e as dos oficiais das Polícias Militares do País,  no 9º seminário sobre unificação das polícias, desmilitarização das PMs e a Proposta de Emenda Constitucional (PEC  431) que autoriza a realização do ciclo completo de polícia por todas as instituições da área da segurança pública, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados concluiu, nesta segunda-feira (26), no Centro de Convenções, que será difícil aprovar a proposta por consenso.

Com  troca de insultos como “tortura existe nas delegacias de polícia” e “ninguém quer ir depor em um quartel”, delegados e agentes das polícia civil e federal – apoiados pela OAB-PE – e oficiais e praças das PMs, aliados ao Ministério Público Federal (MPF), aprofundaram divergências e tiveram de ser contidos pelo relator da PEC 431, deputado Raul Jungmann (PPS),  que teve de paralisar a  sessão para acalmar os ânimos. “Sem consensos entre polícias, não haverá consenso no Congresso”, alertou Jungmann para o risco da 431 ficar engavetada.

A PEC 431, do deputado Subtenente Gonzaga (PDT/MG), acrescenta à Constituição que, além das competências específicas, todas as polícias poderão realizar o ciclo completo de polícia (ação ostensiva e preventiva, investigação e competência judiciária e de inteligência). A proposta do deputado mineiro inclui até as guardas municipais com competência para açação de polícia em crimes de menor poder ofensivo. O presidente da OAB, Pedro Henrique Reynaldo, ratificou a acusação de "inconstitucionalidade" da PEC 431 ao extender a competência de fazer TCO às PMs, enquanto o procurador do MPF da 4ª Região, José Robalinho, definiu como "constitucional" a implantação do ciclo completo de polícia.  

"A PEC 431 prevê o ciclo completo para todas as polícias sem mexer nas competências exclusivas de cada uma. Aquela que fizer o flagrante fica responsável por fechar o pacote: levar o procedimento até à Justuça. No município onde houver uma só polícia, ela passa a investigar também. Isso vai reduzir a parte cartoral da Polícia Civil. As guardas (municipais) têm estatuto desde 2013, estão consolidadas, podem fechar flagrante de crimes de menor poder ofensivo", esclarece os objetivos da PEC 431 o deputado Subtenente Gonzaga. O oficial militar defendeu, também, a desmilitarização das PMs: "Isso vai tira esse lado ruim que carregamos, que é o militarismo". 

O debate sobre a unificação das polícias e a realização do ciclo completo de polícia ocorre, no Congresso Nacional, através de seis PECs, três tratando do ciclo completo com polícia única e três do ciclo completo com cada polícia existindo independentemente. A PEC 431 é um apense (incorpora) às demais. 

“Para unificar,  tem que desmilitarizar as PMs. Quem defende ciclo completo quer prender, denunciar e condenar. Somos contra o ciclo completo de polícia. É uma superposição de tarefas. Um cidadão preso (pela PM) seria levado a um quartel e não a uma delegacia. Quartel não é local para interrogar, nem cabe a militar interrogar civil”, rejeitou o dirigente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, Alan Cordeiro, sob vaia dos PMs.

“Vou resumir minha fala a 8 minutos, que é o tempo que a PM de Santa Catarina (que já faz o ciclo completo) leva para fazer um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Aqui, vocês levam 4 horas”, provocou sob vai  dos civis o coronel da PMSC e presidente da Federação Nacional das Entidades de Oficiais Militares Estaduais, Marlon Jorge Teza. O ficial afirmou que as PMs "melhoraram" e stão hoje prepardas para lavrar TCOs em tempo muito mais rápido que nas delegacias de polícia. "Não faz sentido a PM prender e mandar para outra cuidar do caso. A PMSC, hoje, detém, faz a intimação (para ir a juiz) e requisita perícial em tempo médio de 15 minutos. Quem ganho foi a sociedade", argumento Teza. 

Integrantes da Frente Parlamentar da Segurança Pública da Assembleia de Pernambuco, os deputados Antônio Moraes (PSDB, delegado) e Joel da Harpa (PROS, policial da PMPE) apresentaram também posições antagônicas em relação à PEC 431, cada qual em defesa das suas corporações. "É importante saber se os policiais militares que estão nas ruas querem fazer o ciclo completo de polícia. Lamento se falar aqui em tortura. Isso tem em todas as instituições. Abordar isso não contribui para o debate sobre segurança pública, num momento muito difícil, em que estamos sendo vencidos pela violência", protestou Moraes.  

Em nome de todas as PMs do País, o coronel Franklin (PMPE) defendeu a competência para os policiais militares levarem TCOs e realizar o ciclo completo de polícia, mas gerou a irritação dos delegados e agentes de Polícia Civil por apontar "falhas" e criticar a atuação da corporação a que tem atribuição de Polícia Judiciária. "Antes de criticar o despreparo dos militares (para fazer o ciclo completo) é preciso falar do déficit de condições de trabalho nas delegacias. Nenhum quartel de PM foi apontado como local de tortura", disparou o coronel Franklin, numa direta aos delegados de polícia.

Em resposta, o presidente da Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe), Francisco Rodrigues, dirigiu-se aos praças das PMs saudando-os como "policiais que ainda são submetido ao regime de dureza dos quartéis" e atribuiu as dificuldades da segurança pública, no País, à falta de investimento público por parte dos governantes. "Há 50 anos os governos não investem nas duas polícias. Nós (policiais civis) somos competentes, nós não somos é valorizados. Aqui (no Estado), tem delegacia que preenche inquérito ainda no papel, o IML é um lixo, há delegacias que são um lixo. Ao querer fazer TCO, as PMs dão impressão de que não se orgulham do trabalho que fazem. No fim, a questão pe de falta de valorização das polícias", rebateu Rodrigues.

Em nome da Polícia Rodoviária Federal, o policial e deputado estadual Eduíno Brito (PHS) defendeu a PEC do ciclo completo de polícia, assegurou que os policiais militares têm preparo para lavrar TCOs e pôs em dúvida a capacidade da Polícia Civil de responder às demandas da população. "Será que os TCOs não estão sendo subutilizados pelos delegados de polícia?", questionou.

O rebatimento veio de imediato pela representante dos delegados de polícia, Sílvia Renata Araújo, que indagou sobre a real intenção da PEC 431. "A proposta na PEC (431) das PMs dá impressão de que a solução para a segurança pública é simples. A questão é múltipla. Na verdade, essa proposta parece mais um projeto de poder das PMs. O que querem? Que o poder público volte a nomear delegados de polícia? Nós queremos é investimento em tecnologia para podermos investigar", contestou a dirigente da Associação Nacional de Delegados de Polícia Civil, Sílvia Renata.

"O ciclo completo de polícia vai ajudar na elucidação dos crimes. Quem ganha é sociedade", defendeu a PEC o dirigente da Federação Nacional dos Agentes da Polícia Federal, Alexandre Cavalcanti Ferreira, indo de encontro à posição dos delegados federais.

"Não estou vendo aqui as universidades, as entidades sociais, as bases das PMs e da Polícia Civil. Este é um debate de cúpulas. Há 60 mil homicídios por ano no País e fica-se discutindo vaidades. Será que os praças das PMs querem fazer TCOs? O que eles querem é a desmilitarização, que vai permitir que lutem por melhores salários", contestou cinclo completo de polícia para as PMs o presidnte do Sindicato dos Policias de Pernambuco (Simpol), Áureo Cisneiros.

O relato da PEC 431, deputado Raul Jungmann, informou que "não tem uma posição formada" sobre a polêmica aberta entre as polícias militares e civis. Repetiu que é "necessário buscar consensos, que sejam transferidos à sociedade que os repassará ao Congresso" para que a PEC seja aprovada. O deputado reconheceu que o entendimento está "muito difícil", mas ponderou que a PEC só irá à votação na CCJ em 2016.

"O consenso é muito difícil, mas está claro que não dá mais para adiar as reformas das políticas públicas em segurança pública. O atual modelo está vencido. É preciso que a Presidência da República e os governos estaduais não fujam desse debate. Temos hoje um quadro (de violência) que ameaça a democracia, estimula a cultura do medo e a subcultura da vingança. É a negação do Estado de Direito. A questão passa pela desmilitarização, o ciclo completo e a aplicação de recursos em segurança pública", antecipou a tendência de posição Jungmann.

FONTE:
http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/politica/pernambuco/noticia/2015/10/27/unificacao-e-ciclo-completo-de-policia-poem-em-confronto-pms-e-policias-civil-e-federal-205378.php?utm_medium=social&utm_source=whatsapp&utm_campaign=social

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

DELEGADO DE POLÍCIA EXMO. DR. EDUARDO HERRERA DOS SANTOS RECEBE TÍTULO DE CIDADÃO PEDERNEIRENSE

   Na noite do dia 22/10/2015, em solenidade realizada na Câmara Municipal de Pederneiras, o Delegado de Policia Exmo. Dr. Eduardo Herrera dos Santos recebeu o título de Cidadão Pederneirense.

   O homenageado foi Delegado de Polícia Titular daquele Município no período de 2010 a 2015 desenvolvendo trabalho de excelência juntamente com sua equipe de Policiais Civis. Atualmente está desempenhando sua atividade junto à Delegacia de Investigações Gerais da cidade de Bauru.

   Fazendo uso da Tribuna daquela Casa de Leis, agradeceu a presença de todos que ali compareceram.

   Estiveram presentes na solenidade o Diretor do Deinter4, Exmo. Dr. Marcos Buarraj Mourão, o Delegado Seccional de Polícia de Bauru, Exmo. Dr. Ricardo Luiz de Paula Martinez, o Delegado Coordenador da Central de Polícia Judiciária de Bauru, Exmo. Dr. Luiz Roberto Saud Bertozzo, o atual Delegado de Polícia Titular do Município de Pederneiras, Exmo. Dr. Adriano Joaquim Guedes Crês, o Prefeito de Pederneiras Daniel Pereira de Camargo, o Presidente da Câmara Municipal de Pederneiras Adriano do Postinho, Capitão PM Marcelo Cornejo Noronha, a ex-prefeita Ivana Camarinha, além de familiares, Policiais Civis da cidade de Pederneiras e Bauru, representantes da OAB, Defesa Civil, Conselho Tutelar, Secretarias Municipais e Policia Militar daquele Município.

   O SIPOL BAURU parabeniza o Exmo. Dr. Eduardo Herrera dos Santos pela justa e merecida homenagem.
























quarta-feira, 14 de outubro de 2015

"Policial é Policial! Militar é Militar!" - Comissão vai apresentar propostas de unificação das polícias civis e militares!



14/10/2015 - 19h12

Comissão vai apresentar propostas de unificação das polícias civis e militares

A Câmara dos Deputados criou comissão especial para estudar e apresentar propostas de unificação das polícias civis e militares. A eleição do presidente da comissão estava marcada para esta quarta-feira (14), mas foi adiada para nova data, a definir.
Diferentemente do que foi noticiado anteriormente pelo Câmara Notícias, a comissão especial não vai analisar propostas de emenda à Constituição (PECs) que já tramitam sobre o tema. A PEC430/09, por exemplo, continua aguardando análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli


Comissão Especial destinada a estudar e apresentar 
propostas de unificação 
das polícias civis e militares - CEUNIFI

TITULARES
SUPLENTES
PMDB/PP/PTB/DEM/PRB/SD/PSC/PHS/PTN/PMN/PRP/ 
PSDC/PEN/PRTB

Alberto Fraga DEM/DF (Gab. 511-IV)
André Fufuca PEN/MA (Gab. 945-IV)
Arnaldo Faria de Sá PTB/SP (Gab. 929-IV)
Expedito Netto SD/RO (Gab. 943-IV)
Carlos Henrique Gaguim PMDB/TO (Gab. 222-IV)
Fausto Pinato PRB/SP (Gab. 562-IV)
Delegado Edson Moreira PTN/MG (Gab. 933-IV)
Geraldo Resende PMDB/MS (Gab. 905-IV)
Fernando Francischini SD/PR (Gab. 265-III)
Laudivio Carvalho PMDB/MG (Gab. 717-IV)
Fernando Monteiro PP/PE (Gab. 282-III)
Marcos Reategui PSC/AP (Gab. 344-IV)
Gilberto Nascimento PSC/SP (Gab. 834-IV)
Professora Dorinha Seabra Rezende DEM/TO (Gab. 432-IV)
Guilherme Mussi PP/SP (Gab. 712-IV)
Renzo Braz PP/MG (Gab. 736-IV)
Hildo Rocha PMDB/MA (Gab. 734-IV)
Ronaldo Nogueira PTB/RS (Gab. 625-IV)
Junior Marreca PEN/MA (Gab. 537-IV)
(Deputado do PT/PSD/PR/PROS/PCdoB ocupa a vaga)
Vinicius Carvalho PRB/SP (Gab. 356-IV)
1 vaga
PT/PSD/PR/PROS/PCdoB
Átila Lins PSD/AM (Gab. 730-IV)
Hugo Leal PROS/RJ (Gab. 631-IV)
Cabo Sabino PR/CE (Gab. 617-IV)
Jaime Martins PSD/MG (Gab. 904-IV)
Capitão Augusto PR/SP (Gab. 273-III)
João Rodrigues PSD/SC (Gab. 503-IV)
Givaldo Carimbão PROS/AL (Gab. 732-IV)
Laerte Bessa PR/DF (Gab. 340-IV)
João Daniel PT/SE (Gab. 605-IV)
Lincoln Portela PR/MG (Gab. 615-IV) - vaga do PMDB/PP/PTB/DEM/PRB/SD/PSC/PHS/PTN/
PMN/PRP/PSDC/PEN/PRTB
Reginaldo Lopes PT/MG (Gab. 426-IV)
Silas Freire PR/PI (Gab. 484-III)
Rômulo Gouveia PSD/PB (Gab. 411-IV)
3 vagas
1 vaga
PSDB/PSB/PPS/PV
Delegado Waldir PSDB/GO (Gab. 645-IV)
6 vagas
Gonzaga Patriota PSB/PE (Gab. 430-IV)
João Campos PSDB/GO (Gab. 315-IV)
Raul Jungmann PPS/PE (Gab. 754-IV)
Rocha PSDB/AC (Gab. 607-IV)
Tenente Lúcio PSB/MG (Gab. 239-IV)
PDT
Subtenente Gonzaga PDT/MG (Gab. 750-IV)
Major Olimpio PDT/SP (Gab. 279-III)
PSOL
Glauber Braga PSOL/RJ (Gab. 362-IV)
1 vaga


Fonte:
http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SEGURANCA/498152-COMISSAO-VAI-APRESENTAR-PROPOSTAS-DE-UNIFICACAO-DAS-POLICIAS-CIVIS-E-MILITARES.html

Isso não vai terminar bem! Quem ganha colocando as Polícias em rota de colisão?

Com a Audiência Pública sobre o Ciclo Completo realizada no dia 09/10/2015 a qual o SIPOL BAURU esteve presente com parte de sua diretoria, passamos a entender o que realmente está acontecendo.

Uma mudança no modelo de SEGURANÇA PÚBLICA se faz extremamente necessária e oportuna, com maior participação da UNIÃO, haja vista a universalidade do crime. 

Mas colocar a Polícia Civil de todo o país como a única responsável pelo fiasco da segurança pública é uma atitude extremamente equivocada e desproporcional, pois como é do conhecimento de todos o assunto SEGURANÇA PÚBLICA é muito mais complexo e abarca outras Instituições.

Voltando a audiência propriamente dita o número de dirigentes era esmagadoramente maior que o número de operadores. Numa proporção jamais vista, os Delegados de Polícia e os Oficiais (superiores) da Polícia Militar lotavam as galerias.

Deixando as vaidades e interesses de lado, este assunto tem que ser conduzido levando-se em conta que os gestores não são os donos da Polícia, ela pertence à população a qual não é atendida de forma satisfatória.

Vale salientar que neste momento que o cobertor é pequeno, e nós seres humanos falíveis que somos, podemos nos deixar levar pela cupidez, seria conveniente ouvir também os Policiais Civis Operacionais e Praças, e não só os dirigentes das Instituições.

A unificação é um caminho natural a ser percorrido, e não haveria o porquê de tanto melindre pois todos ganham. 

- O ESTADO que passa a manter apenas uma estrutura administrativa. 

- A POPULAÇÃO que terá um melhor serviço à sua disposição, e não será mais vitima do velho jogo de empurra (A PC faz isso, quem faz aquilo é a PM...). 

- E os próprios Policiais que passarão a atuar de forma convergente e não concorrente como é feito atualmente.

O aspecto MILITAR não cabe a uma Polícia de natureza CIVIL, pois como bem disse o DEPUTADO FEDERAL CELSO RUSSOMANNO - "Policial é Policial. Militar é Militar!"

Nesta mistura toda surgiu um tempero especial. O Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo para o biênio 2014/2015 se manifestou favorável à Polícia Militar por conta do Ciclo Completo. E nós Policiais Civis ficamos como? E agora, como ficam os Policiais Civis que prestam serviço junto ao NECRIM? Segue abaixo o vídeo do desembargador para que você forme sua opinião.


sábado, 10 de outubro de 2015

Lider do PSDB - recebe Diretoria do SIPOL BAURU.

Márcio Cunha (Presidente do SIPOL BAURU), Silvana Zago (Vice-Presidente), Deputado Estadual Carlão Pignatari (Líder do PSDB), Alexandre Bernardino (Diretor Jurídico) e Marcelo Sousa (Diretor de Patrimônio).

No último dia 08 o DEPUTADO ESTADUAL CARLÃO PIGNATARI - Líder do PSDB na ALESP recebeu a diretoria do SIPOL BAURU. 

Este encontro só foi possível graças ao empenho dos colegas de SÃO JOSÉ DO RIO PRETO. Os quais estão alinhados com os SIPOLs BAURU e PRUDENTE nesta nova forma de negociação a qual começa a apresentar resultados.

Em decorrência de compromissos anteriormente assumidos junto à sua base territorial o Presidente do SIPOL PRUDENTE, FÁBIO MORRONE, não pôde nos acompanhar no encontro.

Proveniente de Votuporanga SP, o LIDER DO PSDB, demonstrou interesse e conhecimento sobre a POLÍCIA CIVIL e as dificuldades enfrentadas no nosso dia a dia. O DEPUTADO falou muito bem do nosso DELEGADO GERAL DE POLÍCIA, Dr. YOUSSEF ABOU CHAHIN.

Tivemos condições de apresentar nossas maiores dificuldades, dentre elas o ADICIONAL DE ALIMENTAÇÃO, o qual recebemos cerca de 1/3 ao valor pago aos Policiais Militares.

Pessoa extremamente franca e direta o DEPUTADO CARLÃO se solidarizou com nossas dificuldades e informou fará o possível para nos auxiliar em tudo que estiver ao seu alcance. 

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Parabéns DIG de SANTOS pela pronta resposta! Somos POLICIAIS e não CARRASCOS!




Mais uma vez a POLÍCIA CIVIL demonstrou seu valor!

Nesta feita o mérito é da DIG de SANTOS. Enquanto todos estavam extremamente abatidos com a notícia da covarde execução do colega Claudio Roberto Delarcos Fleury, que sem qualquer chance de reação teria sido alvejado na nuca, os POLICIAIS CIVIS da DIG não se abateram e foram a campo fazer aquilo para que fomos contratados e preparados - INVESTIGAÇÃO POLICIAL. 

Em momentos como estes, muitas coisa vem na cabeça do homem comum, inclusive fazer justiça com a próprias mãos, afinal de contas temos todo o aparato do estado ao nosso dispor: armas, viaturas, efetivo...

Mas não desta vez. Demonstrando extremo profissionalismo e comprometimento a DIG de SANTOS conseguiu localizar e deter os canalhas que se encontram à disposição da JUSTIÇA!

Confessamos que temos a imagens de três dos covardes, mas não vamos colocá-las no nosso site, isso seria fazer publicidade gratuita para estes desclassificados.

Vejam a notícia:

Suspeitos de matar policial no Campo Grande são presos

O crime ocorreu na sexta-feira dentro de uma padaria. Acusados foram capturados na ZN

05/10/2015 - 15:11 - Atualizado em 05/10/2015 - 18:56


Com dois dias de diligências, os policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos prenderam dois suspeitos de matar o policial civil Claudio Roberto Delarcos Fleury na noite de sexta-feira, dentro de uma padaria do Campo Grande, em Santos. Eles já foram reconhecidos por participação no crime. Um deles, inclusive, foi quem atirou na vítima. Outros dois continuam foragidos. A vítima trabalhava como carcereiro na Cadeia Pública do 5 DP do Município.

Eles foram capturados na manhã desta segunda-feira (5), no Caminho da Capela, Zona Noroeste. Testemunhas estão sendo chamadas na Delegacia para fazer o reconhecimento dos demais detidos.

Claudio Roberto foi executado com um tiro na cabeça, dentro de uma padaria entre as ruas Carlos Gomes e José Clemente. Após o assassinato, os marginais fugiram dentro de um carro de cor preta.

O carcereiro chegou a ser socorrido em uma viatura da Polícia Militar, mas morreu ao dar entrada na unidade médica.


Créditos:
http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/policia/suspeitos-de-matar-policial-no-campo-grande-sao-presos/?cHash=acecf3589d0b5afc29e689549a3833e8