segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Saiu o DEJEC!!!



Mais uma conquista dos SIPOLs BAURU e PRUDENTE. 

O governador Geraldo Alckmin acaba de anunciar na ACADEPOL em São Paulo SP, que irá proporcionar o DEJEC para os Políciais Civis, conforme foi solicitado em reunião dos SIPOLs BAURU e PRUDENTE em 05.05.2015 na SSP, quando se faziam acompanhar pelo DEPUTADO ESTADUAL DR. PEDRO TOBIAS.

Dentro em breve traremos mais novidades.

Muito obrigado você que confia nos SIPOLs.


Veja cópia do ofício:


Veja a notícia acessando o link da SSP:

"JUNTOS SOMOS FORTES"

sábado, 26 de setembro de 2015

A POLÍCIA DO CICLO COMPLETO É CIVIL!

POLÍCIA CIVIL, A POLÍCIA DO CICLO COMPLETO!

No último dia 21 ao ver o pronunciamento de um Deputado Estadual no plenário da ALESP, passei a me questionar o porquê de investida tão grande contra a Polícia Civil. O que nós fizemos ou estamos fazendo de errado para sermos tão duramente atacados naquela CASA DE LEIS.

Será que nós realmente somos os responsáveis pelo caos instalado na sociedade e será que a Polícia Militar seria a solução para tudo?

Definitivamente não!

Não vou pontuar os erros dos Policiais Militares para não generalizar e colocar na mesma vala os bons e os maus, assim como o Exmo. Deputado Estadual fez conosco na sua manifestação.

Mas já afirmo é uma temeridade tomar como exemplo uma Unidade Policial num universo de 645 municípios.

Por conta disso passei a estudar toda a estrutura da Polícia Civil do Estado de São Paulo, instituição que defendo, inclusive com meu próprio sangue, como colegas mais próximos sabem, há 24 anos e me sinto extremamente confortável para debater durante horas e horas sobre isso, contudo este espaço nos remete a uma postura mais dinâmica para não cansarmos os leitores.

Vamos lá:

- POLICIAMENTO OSTENSIVO – Por nós é executado na forma de POLICIAMENTO PREVENTIVO ESPECIALIZADO, haja vista que com base nas informações que apuramos durante as Investigações Policiais pontuamos locais e tipos penais a serem combatidos. Se nós tivéssemos um efetivo compatível com a necessidade da população executaríamos também o policiamento ostensivo para o atendimento de ocorrências de acordo com a demanda da sociedade;

- COPOM/CEPOL – É desumano comparar o investimento do Estado no COPOM em contrapartida do CEPOL. Sem qualquer sombra de dúvidas o COPOM presta um serviço de excelência, mas no meu modo de ver ele deveria acompanhar a tendência mundial e se tornar o 911 onde seria possível solicitar além do concurso policial, os bombeiros, serviço médico e até serviço de DEFESA CIVIL.

- ATENDIMENTO AO PÚBLICO – sem sobra de dúvidas no local dos fatos, ainda no calor da ocorrência, não conseguimos evoluir no atendimento para chegarmos a bom termo, para isso existem as DELEGACIAS DE POLÍCIA. Acredito que as BASES COMUNITÁRIAS DE SEGURANÇA foram criadas para dispensar um melhor atendimento à população. Mas elas acabaram por se tornar “concorrentes” das DELEGACIAS DE POLÍCIA. E posso afirmar, com a mais absoluta certeza, que rotineiramente antes de se dirigirem para as DELEGACIAS as vitimas passam nas bases onde na maciça maioria das vezes são apenas orientadas e encaminhadas. No meu modo de ver, face a dinâmica do trabalho executado pelos Policiais Militares as BASES deveriam ser utilizadas como ponto de apoio (para se alimentarem, promoverem sua higiene...) e não ter esta finalidade de atendimento ao público. Neste tópico voltamos a falta de efetivo da Polícia Civil. Contratando mais Policiais Civis não haveria demora no atendimento das DELEGACIAS DE POLÍCIA.

- UNIDADES ESPECIALIZADAS – não temos como comparar o trabalho do DEIC, DHPP e DENARC com nenhuma outra Unidade da Polícia Militar, assim, vamos nos ater aos grupos/unidades/pelotões/batalhões especiais como o CHOQUE, a ROTA e o GATE, que temos como contrapartida o GOE, o GARRA e o GER. Aqui volto a falar na falta de investimento do Estado na Polícia Civil. Estes grupos estão limitados à CAPITAL  e a alguns polos, isso por conta do desprendimento de alguns colegas que se desdobram para manter estes grupos em funcionamento.

- INQUÉRITO POLICIAL – menosprezado por muitos, mas peça fundamental para a defesa da cidadania. E se não fosse importante a Polícia Militar não se valeria do INQUÉRITO POLICIAL MILITAR para formar a culpa do miliciano e quando esta comprovada remetida para a JUSTIÇA MILITAR, que no meu ver é um grande equívoco. Pois não estamos em guerra para julgar alguém por CRIME MILITAR na Justiça Castrense.

- DESVIO DE FUNÇÃO – Depois que assumi a batuta do SIPOL BAURU passei a frequentar a ALESP e apenas uma única vez estive da SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA. Achei surpreendente, e até um despropósito, o exorbitante número de Policiais Militares que prestam serviços nestes organismos, que poderiam facilmente ser substituído por vigilância patrimonial (como a maioria das grandes empresas utilizam, sem comprometer a segurança de quem lá frequenta, inclusive em locais com movimentação de valores, que não é o caso da CASA DE LEIS e das SECRETARIAS DO GOVERNO). Agora fica a dúvida, quantos mais existem prestando serviço diverso ao que foram contratados e treinados, e recebendo ainda PRO LABORE que será incorporado no salário depois de 10 anos. Fiquei extremamente triste pelos meus colegas Policiais Militares que se desdobram para conseguir uma remuneração melhor pelo DEJEM e ATIVIDADE DELEGADA, os quais não incorporam nos vencimentos. E mais triste ainda pelos Policiais Civis quem nem esta possibilidade têm. Isso deve ser repensado para ontem!

- POSICIONAMENTO DA ONU COM RELAÇÃO À EXISTÊNCIA DE POLÍCIAS MILITARES – a própria ONU se posiciona contra a existência de tais organismos por conta dos inúmeros casos de violência, sendo que no mundo todo temos não mais que três Polícias Militares a serviço da população civil. Este tema não tenho condições de me aprofundar no momento, mas estou estudando o assunto.

- O GRANDE PROBLEMA DA POLÍCIA CIVIL – Com o achatamento salarial e a falta de contratação os Policiais Civis passaram a acumular mais funções de as que foram treinados. Antigamente cada um “fazia o seu”. O carcereiro cuidava dos presos. O Agente de Telecomunicações transmitia mensagem por TELEX. O Agente Policial, antes nominado como Motorista cuidava da frota e dirigia a viatura fazendo serviço de expediente. O Investigador investigava. O Escrivão datilografava e por fim o Delegado de Polícia mandava em tudo, organizando e desempenhando seu papel de gestor e acima de tudo AUTORIDADE POLICIAL. Quando o carcereiro queria investigar ele fazia concurso para investigador. Se o Escrivão quisesse “tocar” inquérito ele prestava concurso para Delegado e assim por diante. Vale lembrar que as remunerações eram diferentes para incentivar que o colega se dedicasse e prestasse o concurso que melhor se encaixasse à sua personalidade. Daí veio um gênio que achou que não precisava mais contratar ninguém, pois os “seus” Policiais desciam o pau e não precisavam de “calças brancas”, este gênio só esqueceu que a população cresce, mas tudo bem. Depois veio outro Gênio, muito mais inteligente que o primeiro o qual falou: “AGORA TODO MUNDO FAZ TUDO”. Não importava sua função e menos ainda sua remuneração, de agora em diante você iria fazer tudo. Com isso surgiu uma batalha fraticida dentro da Instituição. Ouvi Delegados dizerem que tal Carcereiro investigava muito mais que tal Investigador, e que tal Investigador “tocava” cartório (fazia tudo, inclusive o serviço dele) muito melhor que tal Escrivão. E nada de remuneração. Nem a dele! Chegamos em 2008. Os Policiais Civis Operacionais nunca iriam ganhar bem, pois o Delegado ganhava muito mal. Veio a GREVE. Todos unidos, irmanados, coisa linda de se ver. Tínhamos uma sintonia sem igual. Mas tínhamos o governo no caminho que sabiamente nos fragmentou ainda mais que antes e hoje nós estamos na situação que todos sabem.

Para que o CICLO COMPLETO funcione não precisamos de PEC nenhuma, precisamos sim de remuneração e contratação. E nesta exata ordem, pois por mais que o Estado contrate Policiais Civis, mais especificamente Escrivães e Investigadores, eles não permanecem no cargo, pois passam em outros concursos com uma remuneração melhor. E este êxodo não se observa em mais nenhum outro quadro funcional da SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA, pois o salário pode até não ser bom, mas é compatível com a função.

Poderia facilmente apresentar outros tópicos e discorrer horas e horas comprovando cada item, mas em respeito ao leitor encerro aqui.

Márcio Cunha
Investigador de Polícia
Presidente do SIPOL BAURU


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

CICLO COMPLETO - MAIS UM POSICIONAMENTO

Quando falamos de um projeto da envergadura do CICLO COMPLETO temos que ter muita calma. Não podemos deixar nos dominar pela paixão. Temos que agir com a razão. Não serão três ou quatro eloquentes oradores e mais meia dúzia de reuniões que irão mudar o futuro de milhões de pais e mães de família por todo um país. É imperativo que seja promovida uma intestinal mudança no nosso modelo de SEGURANÇA PÚBLICA, mas daí a dizer que a POLÍCIA MILITAR seria o SALVADOR DA PÁTRIA me parece prematuro. Por conta disso reproduzo aqui o pensamento do Sr. Marco Ferreira - Cientista Político - Presidente da APPMARESP - ASSOCIAÇÃO DAS PRAÇAS POLICIAIS MILITARES DA ATIVA E REFORMADOS DO ESTADO DE SÃO PAULO:



CICLO COMPLETO DE POLÍCIA. A QUEM INTERESSA?

21/09/2015 11:28
QUAL SERIA O INTERESSE DA PM EM ACUMULAR TAMBÉM AS FUNÇÕES DA POLÍCIA CIVIL?

COMO FAZER O TRABALHO CARTORÁRIO DIGNIFICARIA A PM?

CICLO COMPLETO - Significado: Consiste na atribuição à mesma CORPORAÇÃO POLICIAL das atividades REPRESSIVAS DE POLÍCIA JUDICIÁRIA ou investigação criminal e da PREVENÇÃO AOS DELITOS E MANUTENÇÃO DA ORDEM PÚBLICA, realizadas pela presença ostensiva uniformizada dos policiais nas ruas.
Traduzindo em miúdos, a Polícia Militar está reivindicando fazer o trabalho dela (policiamento preventivo ostensivo fardado) e, de quebra, ainda fazer o trabalho da Polícia Civil (repressão e investigação, elaboração de Termo Circunstanciado, Auto de prisão em flagrante delito e Inquérito Policial).
A quem interessa usurpar as funções da Polícia Civil quando não conseguimos sequer cumprir as funções constitucionais da PM?
A Polícia Civil trabalha a partir do momento em que o trabalho da PM (preventivo) falhou, ou seja, a partir de quando ocorre o crime. A falha da PM deve ser atribuída não só à leniência do trabalho de campo, mas também à falta de planejamento adequado, às questões sociais, falta de efetivo, falta de meios e equipamentos além de tantos outros fatores. O fato é que, se conseguíssemos cumprir o trabalho preventivo, a polícia civil nem precisaria existir.
O que significa o CICLO COMPLETO para o soldado, na prática?
Com o acúmulo de funções, de imediato, seriam removidos metade dos policiais de rua para fazerem o trabalho burocrático nos quartéis, o que por si só, já prejudicaria o trabalho preventivo, que já é ruim. Além disso, dobraria o trabalho do patrulheiro e prolongaria indefinidamente seu horário, o que é uma desvantagem, uma vez que não há, por definição militar do ofício, previsão de horas extras e banco de horas...
É ISSO QUE O POLICIAL QUER?
Então, se não conseguimos cumprir satisfatoriamente a nossa parte, por que queremos abraçar a parte dos outros?
A partir dessa análise, caminhamos em direção aos reais motivos do interesse da INSTITUIÇÃO POLÍCIA MILITAR.
Quanto ganha um soldado, em comparação ao salário de um coronel?
UM SOLDADO GANHA PELO MENOS SEIS VEZES MENOS DO QUE UM CORONEL, numa instituição cuja previsão constitucional não distingue cargos e funções, mas tão somente define como corporação. A imensa cratera entre os vencimentos não é a única discriminação que os separa. Os coronéis gozam da dupla jurisdicionalidade, não trabalham períodos noturnos, nem finais de semana ou feriados, possuem veículo institucional com motorista pessoal para busca-los e leva-los todos os dias, desde sua residência em qualquer cidade do estado até seu trabalho, possuem cartão corporativo para suas despesas de alimentação, hospedagem, viagens internacionais, diárias pagas em resorts e mais uma série de benefícios, enquanto o soldado não tem vale-alimentação,  nem vale transporte,  nem recebe adicional por trabalhar no período noturno,  nem aos finais de semana ou feriados,  não recebe adicional de periculosidade, previsto na CLT para quem trabalhe em serviço de risco,  não tem direito a banco de horas, FGTS,    e mais uma série de restrições, que atingem diretamente a sua dignidade humana, como por exemplo, os procedimentos e processos administrativos onde, ao arrepio da Constituição Federal, não têm direito a um advogado e são julgados por pessoas leigas, subordinadas à mesma administração e em cargos de chefia, com vínculos diretos de superioridade subordinativa aos acusados.
Que interesse teria um soldado, que é quem realmente trabalha na PM, em acumular funções de outra polícia?
Ao fazermos essa reflexão, chegamos a outro assunto: A HEGEMONIA DO CORONELISMO NAS POLÍCIAS.
Qual o poder legítimo dos coronéis?
Um coronel tem sob seu poder milhares de homens, conduzidos por uma disciplina militar rígida, que não lhes permite pensar, mas sim obedecer irrestritamente sob pena até de prisão, às ordens “superiores”, sem que lhes seja permitido questionarem suas ordens, quer moralmente, quer legalmente.
A Disciplina Militar institui a “verdade institucional”, ou seja, a verdade do chefe.
Com esse instrumento institucional, um único coronel consegue movimentar milhares de policiais para atingir um fim específico, determinado por algum político ou latifundiário, ou industrial, ou banqueiro com ascendência direta sobre ele, tornando legítima qualquer ação da corporação, uma vez que quem edita a legislação interna são os coronéis.
Esse poder é exclusivo dos coronéis, não acontecendo o mesmo com os delegados de polícia, que mal conseguem comandar o ralo efetivo de cada delegacia das quais fazem parte.
Então, por que motivo os soldados, quase oitenta por cento do efetivo das Polícias Militares, estaria encampando a luta dos oficiais?
DESCONHECIMENTO.
Falta ao policial militar das categorias de base, conhecimento político e inserção na sociedade. Somos uma categoria dessindicalizada, sem representatividade política e sem representatividade social. O mais perto que passamos da sociedade são os Conselhos Comunitários de Segurança, mas ainda assim, quem determina a participação policial no CONSEGs são os coronéis.
Qual o interesse dos oficiais no ciclo completo de polícia?
PODER. PURO E SIMPLES.
Você sabia que há no Congresso nacional, pelo menos um coronel da PM do estado de São Paulo, cujas despesas, salário, subvenções e verbas de gabinete são pagas pela PM simplesmente para que ele passe o dia inteiro cuidando do LOBBY institucional da PM?
Você sabia que há no Congresso Nacional, pelo menos dois projetos de lei e Emenda Constitucional que dá aos oficiais da PM poderes de delegados de polícia, promotores de justiça e até juízes?
Emenda Constitucional Nº. 83/2010 e Lei complementar N°. 115/2010.
E às praças, oitenta por cento do efetivo? Quais os projetos lhes conferem dignidade?
NENHUM, porque não é uma vontade institucional A EMANCIPAÇÃO do efetivo mas sim a segregação e dominação irrestrita pelos coronéis, que usam a PM para garantir às oligarquias a manutenção do PODER PELO PODER.
Não há congressistas praças, e quando há, são “paus mandados” do oficialato, que tem interesses corporativos.
Não podemos cair no “CANTO DA SEREIA” e lutar por algo que não traz ABSOLUTAMENTE NENHUMA VANTAGEM para a já tão sofrida categoria das praças das Polícias Militares de todo Brasil.
Senhores coronéis, se querem realmente ajudar seu efetivo, se querem realmente fortalecer sua polícia, se querem realmente que a persecução penal seja melhorada, comecem por permitir dignidade aos seus homens.
Permitam que eles levem comida pra dentro de casa, de maneira digna, sem precisarem se matar no bico nas horas de folga.
Querem saber o que deseja o seu efetivo?
- Adicional noturno (lei 8112/1990);
- Adicional de periculosidade (lei 12.740/2012);
- Banco de horas (lei 9.601/1998);
- Auxílio alimentação (Lei 8.460/1992);
- Vale Transporte (Lei Complementar nº 150/2015);
- FIM DO RETP.
Essas são conquistas que abrangem toda a categoria, conferindo dignidade a todos os postos e patentes, e não só aos marajás que já têm todo um séquito a seu serviço.
SENHORES POLICIAIS MILITARES POLÍTICOS, se desejam realmente defender a categoria, façam propostas nesse sentido, daí acreditaremos na seriedade do seu trabalho.
PELO FIM DO ABISMO QUE SEPARA PRAÇAS E OFICIAIS DA PM

Fonte:
Leia mais: http://m.appmaresp.com/news/ciclo-completo-de-policia-a-quem-interessa/

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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

A PRIMAVERA CHEGOU! E para nós não mudou nada!



Hoje às 05h20m começou "A estação das flores" é uma época em que ocorre o florescimento de várias espécies de plantas. Portanto, é um período em que a natureza fica bela, presenteando o ser humano com flores coloridas e perfumadas. A função deste florescimento é o início da época de reprodução de muitas espécies de árvores e plantas.
 
O único alento que nós POLICIAIS CIVIS temos é o da mãe natureza, pois entra semana, sai semana; entra mês, sai mês; entra estação e sai estação; e não temos atendidas nossas reivindicações e o mais grave, não temos corrigidas distorções que o próprio Estado sabe que errou, como é o caso do ADICIONAL DE ALIMENTAÇÃO que os Policiais Militares recebem três vezes mais do que nós.
 
 
Quarta-feira, 23/09/15 - 13:12

Secretário anuncia pagamento de bônus a policiais dos dois primeiros trimestres do ano

O secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, anunciou nesta quarta-feira (23/9) o pagamento de bônus para os policiais civis, militares e técnico-científicos do Estado de São Paulo. A bonificação relacionada às metas do primeiro trimestre deste ano será pago em 5 de outubro. Já relativo ao segundo trimestre, será em 5 de novembro...
 
veja a matéria na íntegra no site: http://www.ssp.sp.gov.br/noticia/lenoticia.aspx?id=36223
 
 
Bônus de Primavera com gosto de Inverno. Posso não ter uma inteligência privilegiada, me julgo dentro dos padrões socialmente aceitáveis, mas tem uma coisa que não entra na minha cabeça: Se o bendito bônus foi criado para contemplar os policiais integrantes dos três segmentos da SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (POLÍCIA CIVIL, POLÍCIA MILITAR E INSTITUTO DE CRIMINALÍSTICA), porque os Policiais Civis lotados nas DELEGACIAS DO IDOSO e nas DELEGACIAS DA INFÂNCIA E JUVENTUDE não o recebem?
 
Outra coisa me incomoda profundamente.
 
A tal da MERITOCRACIA - predomínio numa sociedade, organização, grupo, ocupação etc. daqueles que têm mais méritos (os mais trabalhadores, mais dedicados, mais bem dotados intelectualmente etc.).
 
Isso é uma piada!
 
Como dizer que o colega que trabalha em um pequeno município com índice de esclarecimento de homicídio de 100%, por conta dele estar inserido naquela sociedade e todos terem extrema confiança nele, ao ponto de não irem na Delegacia e sim na casa do colega que é desde conselheiro sentimental até integrante da SWAT, não deve ser agraciado com o tal bônus de valor mais expressivo por não derrubar os índices de criminalidade daquela localidade.
 
Quem quer pagar paga e pronto!
 
Não fica criando maquinismos para enfeitar o pavão! E infelizmente não nos é transparecido tanto empenho assim do Estado Patrão, pois este ano de 2015, que já está acabando, nós não tivemos nossas necessidades atendidas.
 
Voltando para a PRIMAVERA, a estação do amor, peço encarecidamente aos colegas. Apoiem-se em suas famílias e amigos. Eles que nos dão sustentação e força para resolvermos os problemas dos outros. Contem sempre com o SIPOL BAURU, pois "JUNTOS SOMOS FORTES!"
 

segunda-feira, 21 de setembro de 2015


A R M A D I L H A

A ARMADILHA EM QUE ENTIDADES E POLICIAIS SE ENCONTRAM HÁ ANOS

Como é fácil “domar” os que agem com emoção.
Como é difícil oprimir os que agem com a cabeça.
Há anos e anos Entidades da Polícia Civil são mantidas em uma armadilha montada por brilhantes estrategistas.
Mas, quem realmente tem a chave da porta de saída, são os próprios policiais.
A conta, passo a passo, é simples:
O PROBLEMA
1 – As Entidades apresentam as reivindicações da categoria ao Governo;
2 – O Governo cria um “grupo de estudo” e promete estudar e negociar;
3 – As Entidades informam o andamento aos policiais;
4- O Governo não estuda nada, não apresenta nada, não sugere nada e repassa a bola para as Entidades, num profundo desrespeito e desdém às Entidades todas e, em consequência, a todos os policiais;
5 – Poucos, mas eloquentes policiais, ao invés de voltarem seu descontentamento e ira contra o Governo, se voltam contra as Entidades, acreditando que as críticas e as cobranças desconstrutivas abrirão caminhos, muitas vezes pregando a não filiação;
6 – O Governo percebe que, simplesmente não atendendo as Entidades, consegue colocar os policiais contra essas próprias Entidades. E ai fica tudo fácil; Isso surpreende até o Governo que, não atendendo as Entidades, esperaria que os representados voltassem sua ira contra o Governo. Mas o Governo descobriu que não.
7 – Grupos de policiais vão então se desiludindo e criando sindicatos regionais, associações, agremiações, etc. Cada uma ainda dividida por cargos. Outras que aceitam todas as carreiras. Cada qual achando que tem a resposta;
8 – Essas Entidades todas têm ideias e objetivos extremamente parecidos e convergentes. Praticamente não há divergência. Os pedidos são os mesmos em todas as reuniões, encontros, negociações;
9 – Torna-se um caminho sem volta que cada região queira representatividade para não acontecer, por exemplo, o que aconteceu com o antigo AOL que virou ALE, situação em que policiais do interior recebiam menos da metade que dos policiais da capital. Se hoje é inaceitável que um carcereiro receba menos que um PM, há poucos anos se aceitava que um carcereiro da capital recebesse mais que um carcereiro do interior;
ANÁLISE
10 – Esse círculo vicioso se repete há pelo menos 10 anos, com um pico de resistência em 2008 e 2012, por isso, não se pode cobrar outra conduta do policial civil. Qualquer um fica indignado com tamanho travamento nas negociações. A PM se adiantando e a PC estagnando (no aspecto reivindicatório);
11 – A situação dos delegados é um pouco mais fácil diante da excelente postura da ADPESP. Pois trabalha com apenas uma carreira, a nível Estadual, ainda que tendo em cada DEINTER uma sede social e um representante; há uma dirigente ativa, que comparece à Assembleia semanalmente, visita as lideranças políticas e institucionais, mantendo um elo de contato de extrema importância, que abre portas. Talvez não todas. Mas se faz presente no cenário mais importante da luta classista: a mesa de negociação;
12 – Durante a greve e manifestações de 2008 foi criada uma REPRESENTAÇÃO COLETIVA das Entidades de Classe da Polícia Civil, formada por seus Presidentes. E a mobilização que se viu foi ímpar. Não havia um presidente. Todos falavam e decidia-se pela maioria;
13 – Essa REPRESENTAÇÃO COLETIVA não durou. Acabou com a greve de 2008;
14 – FEIPOL – é uma FEDERAÇÃO. A FEIPOL-SE é a Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Sudeste. Atualmente é presidida pelo Senhor Aparecido (O Kiko), que é também o Presidente do SINPOL CAMPINAS; Entidade legalmente constituída, com Registro no Ministério do Trabalho, TOTALMENTE COMPETENTE para representar as Entidades da Polícia Civil do Estado de São Paulo;
15 – Após as conquistas de 2013 (Carreira Jurídica, o Nível Universitário pífio e 2º grau para demais carreiras sem o correspondente salarial) ocorreu uma clara DIVISÃO agora interna, entre as carreiras operacionais;
16 – Dividir para conquistar. Está em alta o plano do algoz;
17 – Não raramente as páginas sociais e sítios virtuais vêm trazendo calorosas discussões (de forma totalmente aberta e irresponsável) de assuntos que só interessam a classe policial civil, e a mais ninguém. Outros servidores, de outros órgãos, facilmente se infiltram com apelidos fakes e discutem como se policiais civis fossem. Causando maior cisão e discórdia. Procurem algo análogo em outras instituições. Não vão encontrar. E se encontrar verão que estão no mesmo barco… e afundando;
PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO
18 – Criação de uma Comissão Geral de Policiais Civis (CGPC) SEM PRESIDENTE. Ou com Presidente Eleito pela maioria dos dirigentes das  Entidades, pelo mandato de 2 anos;
19 – Apresentação, análise e discussão da criação dessa CGPC, até mesmo com site oficial, sem fins lucrativos, onde todos os Policiais Civis do Estado podem se filiar virtualmente, SEM TAXA DE MENSALIDADE (sem convênios, sem ações judiciais, etc), mas exclusivamente para dar representatividade e força à Comissão. Criação de senha de acesso livre para os que se filiarem poderem acessar área restrita com informações de interesse interno;
20 – Contratação de profissionais da área administrativa e de publicidade para dar norte e conduzir o processo reivindicatório, custeados proporcionalmente pelas Entidades;
21 – Não a qualquer tentativa de controle, e perpetuação no cargo de Presidente da Representação de uma única Entidade sobre as demais, seja por qual argumento for, bem como reeleição. Com possibilidade de nova candidatura apenas após dois outros mandatários.
Não se trata de utopia. Se trata de caminho de mão única.

Crédito: http://sipol.com.br/?p=1077#more-1077 - matéria obtida na íntegra do site do SIPOL PRUDENTE, com quem partilhamos a idéia.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

SIPOL BAURU se posiciona: "BATALHÃO NÃO É PLANTÃO!"




 
Chegou a nosso conhecimento um projeto de lei do Deputado Eduardo Bolsonaro que tem o intuito de “Definir Autoridade Policial”.

Em uma primeira vista pode parecer uma tentativa de melhorar o sistema policial, aumentar a produtividade ou até uma simples forma de atacar a carreira de Delegado de Polícia, todavia  depois de ler o projeto de lei ficou claro que é mais uma tentativa de acabar com a Polícia Civil, esvaziando cada vez mais as funções constitucionais a esta Instituição atribuídas.

Por varias vezes ouvimos o termo que o Delegado de Polícia é o primeiro garantidor dos direitos constitucionais do cidadão, por mais que seja um jargão usado a uma carreira, esse termo de garantidor de direitos se aplica a todos nós policiais, desde o soldado que atende um caso na rua, até o fim do procedimento na delegacia, mas a decisão final é sempre do Delegado de Polícia. Não cabe aqui fazer uma avaliação fútil de vaidades, uma avaliação parcial se gostamos desta ou daquela pessoa que está no cargo de Delegado, ou mesmo de, tal qual fez o deputado, dizer que é medida necessária por conta da falta de estrutura das Polícias Civis pelo Brasil, o cidadão tem direito a ser bem atendido no plantão policial e, caso preso, tenha seus direitos garantidos pelos policiais e ao fim pelo Delegado de Polícia. Se falta algo precisa o Estado prover o necessário para que esse trabalho seja realizado conforme o “dever ser”.

Sabemos que falta tudo para a Polícia Civil, desde pessoas até equipamentos adequados e atuais, para que todas as policias realizem esse papel descrito no projeto será necessário adequação e investimento estatal, daí perguntamos, por quê não investir na Polícia Civil que é especializada nisso?

Lutamos no SIPOL BAURU por tudo que o deputado Eduardo apontou em sua JUSTIFICAÇÃO a propositura do projeto. Queremos mais efetivo de todas as carreiras, muito mais efetivo vale constar! Lutamos por melhores instalações! Lutamos por melhores equipamentos! Lutamos por valorização em todas as esferas! Em especial lutamos por um salário digno para todas as carreiras e, neste momento único, uma briga a mais pela valorização do Policial Operacional!

Desejamos e lutamos para que cada carreira policial execute suas funções de forma harmônica, eficiente e equilibrada. Discordamos cada vez que vemos um Escrivão de Polícia ser usado por algum Delegado de Polícia para fazer trabalho que cabe ao Delegado ou mesmo quando joga o peso de todo do cartório sobre o sobrecarregado Escrivão. Da mesma forma nos causa repudia quando nos deparamos com um Investigador de Polícia fazendo as funções de um Escrivão em um plantão policial ou até mesmo responsável por um cartório. Não será então diferente agora que temos a ameaça de ver membros de outras carreiras e polícias fazendo o trabalho de um Delegado de Polícia.

Não cabe a um Policial operacional executar as funções do Delegado de Polícia, muito menos NÃO CABE A POLÍCIA DO MILITAR OU DO SENADO executar essas funções! Dizer que a investigação permanece ao Delegado é mentiroso, pois a investigação se inicia no local dos fatos com a recolha de provas, oitiva de testemunhas e observação do sítio do crime, com o afastamento da Polícia Civil do flagrante, por exemplo, tal investigação estará perdida.

Pegar um preso em flagrante e levar direto ao juiz e retirar dele o Direito de ter seu caso avaliado por um profissional de carreira jurídica que poderá, mesmo antes de lhe encaminhar preso a um juiz de direito, determinar que saia solto para responder ao crime a ele imputado, ou mais, dizer até que no caso não há crime. Essa “via rápida” vai penalizar mais uma vez o cidadão por conta da inércia do Estado em investir na nossa Polícia Civil.

Esse esvaziamento da Polícia Civil vem acontecendo há anos e parece que dormimos enquanto somos massacrados, as brigas internas nos fragilizou! Recentemente com a absurda distância entre os vencimentos de gestores Delegados de Polícia e os operacionais tem cada vez mais sedimentado a nossa desunião.

Temos que nos mobilizar não para manter o poder de uma carreira, temos que nos mobilizar para salvar nossa Instituição!

 

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Deputado Estadual Celso Nascimento recebe diretoria do SIPOL BAURU.



Marcelo Fonseca (SECRETÁRIO), Márcio Cunha (PRESIDENTE), Deputado Estadual Celso Nascimento, Louis Rios (DIRETOR FINANCEIRO), Silvana Zago (VICE-PRESIDENTE) e Marcelo Sousa (DIRETOR PATRIMÔNIO)

Na presente tarde a diretoria do SIPOL BAURU foi recebida pelo Exmo. Deputado Estadual Celso Nascimento, Presidente do PSC bauruense sendo eleito no pleito de 2014, com 79.447 votos. Membro efetivo da Comissão de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários e Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Membro suplente da Comissão de Administração Pública e Relações do Trabalho da ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO.

O Deputado ouviu atentamente as dificuldades enfrentadas pelos Policiais Civis se solidarizando e colocando-se a disposição para nos auxiliar no que for necessário visando restabelecer a dignidade de nossos pares.

Uma reunião que seria meramente de apresentação se estendeu por mais de uma hora face o interesse do Deputado de conhecer a dura realidade que nos assola.

O Deputado deixou claro que representa um grupo de outros 27 Deputados Estaduais, e todos serão cientificados de tudo que ocorre hoje nas nossas fileiras e adotarão todas as medidas que se fizerem necessárias. Outras reuniões serão agendadas para pontuarmos todas as nossas dificuldades, e assim agirmos de forma orquestrada.

 
Muito obrigado DEPUTADO CELSO NASCIMENTO conte sempre com o SIPOL BAURU.

sábado, 12 de setembro de 2015

Em Presidente Prudente Governador Geraldo Alckmin recebe o Presidente do SIPOL



Na manhã de hoje, 12/09/2015, o Governador Geraldo Alckmin esteve em Presidente Prudente e, por intermédio do Deputado Estadual Mauro Bragato, recebeu o Presidente do SIPOL PRUDENTE Fábio Morrone e o Representante da COMISSÃO GERAL dos Oficiais de Justiça Orlando Laureano, em solenidade de inauguração do novo Distrito Industrial de Presidente Prudente “Achiles Ligabô”. 

O Governador informou que em breve será anunciado o índice de reajuste para os Policiais. Não informou valores nem data específica. Estamos aguardando agendamento de reunião das Entidades de Classe com o Governador para tratar exaustivamente das reivindicações da categoria. 

Muito obrigado Deputado Mauro Bragato por viabilizar este importante encontro. 


Vale lembrar que em 28/02/2015, no Aeroporto Internacional de Bauru, o Deputado Dr. Pedro Tobias proporcionou um encontro do Governador Geraldo Alckmin com os presidentes dos SIPOL PRUDENTE, SIPOL BAURU e SINPOLSAN conforme foto acima.

O incessante caminho da negociação é o mais longo para se atingir um objetivo, contudo é o mais seguro!

JUNTOS SOMOS FORTES!

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

E o reconhecimento, leia-se $$$$$$, vem quando?




Hoje foi um dia diferenciado para a Polícia Civil, os dois departamentos que atuam diretamente no combate ao crime organizado com âmbito estadual foram muito felizes nas suas investidas. E o mais importante nestas operações é que NINGUÉM MORREU!

Isso só vem de encontro com aquilo que já sabemos, o grau de profissionalismo e comprometimento do Policial Civil. 

O mais interessante de tudo isso é a agilidade da SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA em divulgar tais operações coroadas de êxito. Gostaria que a mesma velocidade fosse empregada com relação a nossa reposição salarial. Nunca é demais lembrar que, assim como outras entidades representativas, nós em 05/05/2015, protocolamos uma pauta de reivindicações junto à SSP e ainda não fomos atendidos, sendo que em um dos itens, deixamos bem claro que nosso auxílio alimentação não chega nem na metade do valor recebido pelo Policial Militar.

Exmo. Governador Geraldo Alckmin, quando tive oportunidade de encontrá-lo no aeroporto de Bauru pude notar que o Sr. é um homem muito bom, assim, tomo a liberdade de sugerir que o Sr. receba os colegas do DEIC e do DENARC no Palácio dos Bandeirantes para um café da manhã.  Este contato com seus policiais é extremamente importante, pois os números passarão a ter faces.

As matérias da SSP sobre as duas operações estão excelentes, então coloco o link abaixo, e sugiro que não deixem de acessá-lo.

Finalizo aqui deixando consignado que estamos extremamente orgulhosos dos colegas que participaram das duas operações, e nos dizeres do Exmo. Secretário de Segurança Pública, Dr. Alexandre de Moraes "a operação de hoje foi um golpe na criminalidade".


Quinta-feira, 10/09/15 - 20:35

Deic prende quadrilha antes de ataque a carro forte

http://www.ssp.sp.gov.br/noticia/lenoticia.aspx?id=36149

 

Quinta-feira, 10/09/15 - 18:50

Polícia Civil prende 11 integrantes de facção criminosa

http://www.ssp.sp.gov.br/noticia/lenoticia.aspx?id=36144

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Palestra sobre a Prevenção de Uso de Entorpecente em Jaú/SP nos dias 23, 25 e 29/09/2015.

     Nós do SIPOL BAURU fazemos questão de divulgar o serviço voluntário realizado pelos Policiais Civis. 

     Vejam este belo exemplo do colega da DISE de Jaú/SP, o Escrivão de Polícia Maurício Botelho, o qual já ministrou palestra sobre a PREVENÇÃO DE USO DE ENTORPECENTE para mais de 1.000 pessoas de todas as idades. 

     Parabéns Maurício estamos orgulhosos de você!

 

     A Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes – DISE de Jaú, com o apoio da Delegacia Seccional de Polícia de Jaú, está realizando diversas palestras relacionadas à prevenção do uso de entorpecentes. 
 
     A palestra é direcionada a toda comunidade, sendo elas aplicadas em escolas de primeiro e segundo grau, empresas, igrejas, comunidades e eventos que tratem do tema.  Até a presente data mais de 1000 pessoas tiveram a oportunidade de assistirem as palestras e tirarem suas dúvidas quanto ao uso de drogas e suas consequências legais e sociais.
 
     A palestra é feita pelo Escrivão de Polícia Mauricio Botelho, o qual também é professor universitário. Quem se interessar em realizar a palestra de em sua instituição, basta entrar em contato com a DISE de Jaú, através do email mauricio.botelho@policiacivil.sp.gov.br,  as palestras são ministradas em qualquer dia da semana e horário, basta verificar a disponibilidade da data solicitada.
 
     Nos próximos dias 23, 25 e 29/09/2015 as palestras serão ministradas na Escola Estadual Lopes Rodrigues para os alunos do ensino fundamental.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Parceria SIPOL BAURU e CLINICA DE PSICOLOGIA em prol da saúde e bem estar dos nossos associados.